Em uma pesquisa feita a partir de Natal, Cascudo reúne rituais, cantigas e histórias de entidades — e deixa um documento que também convida a discutir o olhar de quem o escreveu.
Uma sala de casa de taipa no Alecrim. Vinte pessoas reunidas. O pavio de um candeeiro de querosene é baixado para deixar o ambiente na penumbra. Um mestre recém-chegado do Pará inicia os cantos que abrem a sessão. Há gestos, palavras e uma ordem reconhecida pelos participantes.





