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quarta-feira, 29 de outubro de 2025

Encontros Impossíveis – Chico Xavier

 Encontros Impossíveis

O sopro da luz


Entre o mistério e a ternura, a criatividade e a inteligência artificial, ele retorna com a mesma voz mansa que consolou milhões e mantém esta ‘conversa’ imaginária com o SuperPauta sobre vida, morte e o amor que atravessa fronteiras


“A vida não termina com a morte. Ela apenas muda de estação.” — Chico Xavier

 

Quando o amor se recusa a morrer, ele encontra caminhos para atravessar fronteiras que a razão não compreende. Aqui, no jornalismo do impossível, a conversa segue — mesmo para além da vida. A névoa não assusta. É macia, luminosa, quase viva. Há cheiro de papel e incenso, de prece e madrugada. À minha frente, uma mesa simples de madeira rústica. Um caderno aberto. Um lápis apontado com cuidado. Chico Xavier não surge — ele se insinua, com a delicadeza dos que sabem chegar sem ruído. Olhos baixos, sorriso tímido, o gesto sereno de quem aprendeu que a fé é mais forte que o medo. Ele me oferece uma cadeira como quem oferece refúgio. Assim começa a conversa — não entre um vivo e um morto, mas entre duas saudades tentando se entender.

 

No novo capítulo dos Encontros Impossíveis, Chico Xavier fala sobre infância, mediunidade, humor, fé, desigualdade, redes sociais, meio ambiente e o que realmente importa quando a vida muda de estação. Em tom simples e cheio de ternura, o médium mineiro revela sua visão sobre o Brasil, a juventude e o futuro do planeta — e deixa uma última imagem de humildade e esperança. (Roberto Homem)