Encontros Impossíveis
O sopro da luz
Entre o mistério e a ternura, a criatividade e a inteligência artificial, ele retorna com a mesma voz mansa que consolou milhões e mantém esta ‘conversa’ imaginária com o SuperPauta sobre vida, morte e o amor que atravessa fronteiras
“A vida não termina com a morte. Ela apenas muda de
estação.” — Chico Xavier
Quando o amor se recusa a morrer, ele encontra
caminhos para atravessar fronteiras que a razão não compreende. Aqui, no
jornalismo do impossível, a conversa segue — mesmo para além da vida. A névoa
não assusta. É macia, luminosa, quase viva. Há cheiro de papel e incenso, de
prece e madrugada. À minha frente, uma mesa simples de madeira rústica. Um
caderno aberto. Um lápis apontado com cuidado. Chico Xavier não surge — ele se
insinua, com a delicadeza dos que sabem chegar sem ruído. Olhos baixos, sorriso
tímido, o gesto sereno de quem aprendeu que a fé é mais forte que o medo. Ele
me oferece uma cadeira como quem oferece refúgio. Assim começa a conversa — não
entre um vivo e um morto, mas entre duas saudades tentando se entender.
No novo capítulo dos Encontros Impossíveis,
Chico Xavier fala sobre infância, mediunidade, humor, fé, desigualdade, redes
sociais, meio ambiente e o que realmente importa quando a vida muda de estação.
Em tom simples e cheio de ternura, o médium mineiro revela sua visão sobre o
Brasil, a juventude e o futuro do planeta — e deixa uma última imagem de
humildade e esperança. (Roberto Homem)
