Dois candidatos, milhões de eleitores contrariados e um país que foi às urnas escolher quem deveria perder. O criador do Festival de Besteira que Assola o País retorna para descobrir se a democracia brasileira está em crise ou se apenas contratou um novo diretor de comédia.
“Ou restaure-se a moralidade ou locupletemo-nos todos.” — Stanislaw Ponte Preta
Por Roberto Homem
Na manhã seguinte à eleição presidencial, o Brasil acordou dividido. Os eleitores de Lula comemoravam a vitória. Os de Flávio Bolsonaro procuravam explicações para a derrota. Havia também uma terceira metade, numericamente impossível, mas politicamente bastante representativa, que não gostava de nenhum dos dois candidatos e votara em um deles para impedir que o outro ganhasse.
Foi quando Stanislaw Ponte Preta resolveu reaparecer.
